domingo, 1 de fevereiro de 2026

CAMINHADA DEZ25







CAMINHADA/KAMINHADA DEZENBRE 2025

OJI, 08/12/ 2025, KAMINHADA DE 4.23KM NA 1.25H,

ITINERÁRIO (IT): CM-CPT, VILA KRIOLA, 1888 (SMITER), RUA BONBER MUNISIPAL, STRASA AEROP-MORGUINA, SALINA/PRASA STRELA, KAIZIN UN PARAJINHA, AV. REPUBLIKA /RUA DE PRAIA, POSE/CCM, RUA DE LISBOA, AV. FERNANDO FORTES/DR.NUNES DE OLIVEIRA, RUA DE KOKE, AV.12 DE SETENBRU, ROTUDA REBERA BOTE, BELA VISTA, SKOLA SEMIAO AGOSTINHO LOPES (PÓLO N.6 BELA VISTA), KONTINUA NA LINHA7 DE AUTOCARRE FERNADE P’O, SENTRE SAUDE KRAKINHA, SPOZ L12 TÉ IGREJA JESUS CRISTO, DALI SEGI RETE ATÉ CPT-BL TXAN DE MARINHA (TM ) AKONPANHODE DE EMIFUR ( EMIGRANTE I FURAKÃU )

OJE N UTILIZA ALUPEC, ALFABETU OFISIALMENTE REKONHESIDE PA GOVERNU DE CABO VERDE/KABE VERDE (TENPU DI CARLOS VEIGA) PA SKRIBE ES KRONIKA DI KAMINHADA PA MANTE FORMA FIZIKU I MENTAL FORTI

CM, 08 DI DEZENBRU 2025

ASOLIVEIRA

CAMINHADA DEDICADA A BABEJE E BARBA ( TRATAMENTO PORTUGAL-LISBOA ) DE 3.70KM EM UMA HORA NO PERCURSO CIRCULAR, CPT-CM, UNICV, VILA KOLA SANJON, CEMITÉRIO ( 1888 ), RUA MATEC-ESTRADA AEROPORTO ( KANPIN ), RUA JOÃO ANTÓNIO DA SILVA ( JON BARBINHA/ COMBOIO), PIK DE ZAU -CCTM ( CENTRO CONTROLE TRANSPORTE MARÍTIMO), MORGUINA (CASA ONDE NASCEU O POETA JOAO VARIO- " A BELEZA UNICA VERDADE REVELADA " ),  RUA MORGUINA ( CASA ONDE, PRRACA ESTRELAS (SALINAS), ENACOL, RUA LICEU LUDGERO LIMA (LLL), ESCOLA SECUNDÁRIA DR.JOSÉ AUGUSTO PINTO, FUND'SAIA ( FONTE FRANCÊS), FERNADO PO, ESCOLA DE KREKINHA, PASARON, SEGUINDO ROTA DE AUTOCARRO TRANSCOR ( LINHA 5 E 12 ), MEU SUPER, E CPT-CHA DE MARINHA (CM) ACOMPANADO DE EMIGRANTE ( EMI ) E FURACÃO (FUR)

OBS: FALTA DE NOMES NAS RUAS ( TOPONÍMIA )  UM OBSTÁCULO DA LOCALIZAÇÃO 

CPT-BL, 04 DE DEZEMBRO 2025 

ASOLIVEIRA



GINÁSIO CASEIRO 

CAMINHADA 

P.6859

KM. 2.88

KAL.2.61

H.O,47

BL, 21-12-2025










 

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

ACIDENTE DORNIER-228


 7Ago1999/7Ago2025

Vinte e seis anos, do trágico acidente aéreo, com o “DORNIER-228” da nossa Guarda Costeira, em St. Antão, vitimando 18 pessoas, provocando uma profunda consternação, às nossas Forças Armadas e aos respectivos familiares…

A nossa solidariedade…

Cor.Sabu

quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

CAMINHO DO TEMPO


 CAMINHOS DO TEMPO

(Crônica criada e escrita por José Luiz Ricchetti)

Há um silêncio que chega com os anos, e ele não é feito apenas da ausência de ruídos, mas da transição suave entre o que éramos e o que nos tornamos. Aos 60, você começa a sentir a sutileza do distanciamento. A sala que antes pulsava com suas ideias agora parece cheia de vozes que não pedem mais sua opinião. Não é uma rejeição, é o ritmo da vida. É quando aprendemos que nossa contribuição não está no presente imediato, mas nos rastros que deixamos nos corações e mentes ao longo do caminho. 


Aos 65, você percebe que o mundo corporativo, outrora tão vital, é um fluxo incessante. Ele segue, indiferente ao que você fez ou deixou de fazer. Não é uma derrota, é a libertação. Esse é o momento de olhar para si mesmo, despir-se do ego e vestir a serenidade. Não se trata mais de provar, mas de ensinar, de compartilhar, de ser mentor. A verdadeira realização não é a que se exibe, mas a que inspira.


Aos 70, a sociedade parece lhe esquecer, mas será mesmo? Talvez seja apenas um convite para reavaliar o que realmente importa. Os jovens não o reconhecerão pelo que você foi, e isso é uma bênção disfarçada: você pode agora ser apenas quem você é. Sem máscaras, sem títulos, apenas a essência. Os velhos amigos, aqueles que não perguntam “quem você era”, mas “como você está”, tornam-se joias preciosas, diamantes que brilham no crepúsculo da vida.


E então, aos 80 ou 90, é a família que, na sua correria, se afasta um pouco mais. Mas é aí que a sabedoria nos abraça com força. Entendemos que amor não é posse; é liberdade. Seus filhos, seus netos, seguem suas vidas, como você seguiu a sua. A distância física não diminui o afeto, mas ensina que o amor verdadeiro é generoso, não exigente.


Quando a Terra finalmente chamar por você, não há motivo para medo. É a última dança de um ciclo natural, o encerramento de um capítulo escrito com suor, lágrimas, risos e memórias. Mas o que fica, o que realmente nunca será eliminado, são as marcas que deixamos nas almas que tocamos.


Portanto, enquanto há fôlego, energia, enquanto o coração bate firme, viva intensamente. Abrace os encontros, ria alto, desfrute os prazeres simples e complexos da vida. Cultive suas amizades como quem cuida de um jardim. Porque, no final, o que resta não são as conquistas, nem os títulos, nem os aplausos. O que resta são os laços, os momentos partilhados, a luz que espalhamos.


Seja luz, seja presença, e você será eterno.


Dedico a todos que entendem que o tempo não apaga, mas apenas transforma.


José Luiz Ricchetti - 11/12/24